Carla Louro
Psicoterapeuta
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Sobre mim
Mãe de dois filhos incríveis, que me ensinam diariamente sobre amor, paciência e a beleza das pequenas descobertas. São eles que me lembram, mesmo nos dias mais difíceis, que ser melhor não é sobre perfeição, mas sobre presença — inteira, imperfeita e real. Casada com um parceiro de vida que me acolhe com ternura e constância, alguém que conhece meus silêncios e me ama mesmo (e talvez especialmente) nas minhas imperfeições. É nesse cotidiano entre afetos, aprendizados e cumplicidade que encontro o chão e o fôlego para seguir. Sou formada em Psicologia, com atuação na área clínica desde 2015. Ao longo dessa caminhada, venho cultivando uma escuta que acolhe, sustenta e dá espaço ao que, muitas vezes, não encontrou palavras. Me especializei em Avaliação Psicológica e segui em direção à Psicanálise, formando-me pelo Instituto de Transmissão da Psicanálise e Formação de Analistas – Associação Livre, núcleo de Campinas/SP. Minha clínica é atravessada pela escuta psicanalítica — uma escuta que não se apressa, que respeita o tempo do sujeito e os contornos da sua dor. Cada atendimento é único, porque cada história é uma travessia singular. É a partir da queixa, do incômodo ou da angústia que o paciente traz, que começamos a tecer, juntos, o fio de um percurso possível. A psicoterapia, para mim, não é um lugar de respostas prontas, mas de perguntas que se abrem. É um convite ao mergulho. Um espaço para que o paciente possa escutar a si mesmo com mais delicadeza, reconhecer seus silêncios, revisitar suas marcas e, quem sabe, reinventar seus caminhos. Afinal, há algo de profundamente transformador em poder dizer de si — e ser escutado de verdade. E é nessa travessia, que exige coragem e cuidado, que me coloco ao lado do paciente: não como quem guia, mas como quem acompanha, com presença e escuta, o gesto sutil de transformar dor em palavra, e palavra em possibilidade. Nos intervalos entre uma escuta e outra, alimento minha alma com aquilo que também me cura: sou apaixonada por jardinagem — onde cultivo não só flores, mas paciência e silêncio; pela fotografia — onde o tempo parece pausar e revelar o que, no ritmo do dia a dia, costuma passar despercebido; e pela poesia — essa forma delicada de dizer o indizível, onde me encontro e me desdobro em versos que me atravessam antes mesmo de serem escritos.
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Categoria:
Formação do Eu
O espelho do outro: quando o olhar nos ensina quem somos
setembro 18, 2015
Artigo
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Formação do Eu
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Olhar Psicanalítico